quinta-feira, 19 de agosto de 2010

S U P L I C A N T E . . .


deixa
eu te amar
o quanto possa;
sentir em mim
o teu calor,
o mesmo
de todos os dias,
enquanto
o perfume de ti
magicamente embriaga
até a minha alma;
não importa
a “desalegria”
do tempo,
vestido de inveja,
nem a suposição
louca e alheia
dos “desamados”...
deixa eu te amar,
o tanto que queira
isso é o que importa!



(Tadeu Paulo -- 2010-08-19)

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