sexta-feira, 29 de janeiro de 2010

A MINHA VERDADE . . .








nunca
te abandones
à minha saudade;
pois ela escraviza
dor e tristeza,
no meu coração;
e o que sempre sobra
é um caldo ralo e amargo
chamado “lembrança”;
te quero verso
constante e fluente,
marginando minhas mãos
e ao alcance de meus olhos...
assim, posso ver e sentir,
sentir e descrever,
sem trazer sombras
que não posso tocar,
mas imaginando o que sei
que irá, em mim, me amar !



(Tadeu Paulo -- 2010-01-18)

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